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O Diagnóstico Ultra-sonográfico de Corionicidade. The Sonographic Diagnosis of Chorionicity Em 01/02/2006 por
Artigo de Revisão
A. Shetty1 and A. P. M. Smith2*
Prenat Diagn 2005; 25: 735–739.
Published online in Wiley InterScience (www.interscience.wiley.com). DOI: 10.1002/pd.1266
1Department of Obstetrics and Gynaecology, Aberdeen Maternity Hospital, Cornhill Road, Aberdeen, UK
2Ultrasound Department, Aberdeen Maternity Hospital, Cornhill Road, Aberdeen, UK
Resumo/Abstract
A diferenciação entre placentação mono ou dicoriônica em gestações gemelares tem importância clínica devido à significante diferença de morbidade e mortalidade perinatais entre os dois, e à necessidade de vigilância aumentada nas gestações monocoriônicas. O uso do ultra-som permitiu a determinação bastante precisa da corionicidade no período pré-natal. O diagnóstico ultra-sonográfico é mais facilmente realizado no primeiro trimestre da gestação, quando a acuidade do exame chega a 100%, no entanto, mesmo no terceiro trimestre de gestação, o uso de um conjunto de características sonográficas tem uma acuidade que pode chegar a 97%. Embora a visualização de 2 placentas (separadas) ou de sexos fetais diferentes permita o diagnóstico de gestações dicoriônicas, na maioria das vezes, para a determinação da corionicidade é necessário o uso de outras características ao ultra-som. A presença do sinal do “lambda” ou sinal do “T” na presença de uma massa placentária única, melhor visto no primeiro trimestre, é o melhor indicador de corionicidade, enquanto que a medida da espessura da membrana entre os gêmeos ou a contagem do número de camadas nesta membrana são características menos seguras. Neste artigo, foram revisadas as características sonográficas que auxiliam na avaliação da corionicidade em gestações gemelares.
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